25/07/2011

Calem a nossa boca?



Fala, galera tricolor. Rapaz, nossa situação tá complicada. 11 jogos e 11 pontos conquistados. Cinco jogos em Pituaçu e nenhuma vitória. Onde estaria o problema? Seriam problemas? Ou apenas falta de sorte? Gostaria de relatar algo que aconteceu comigo, esse humilde torcedor tricolor, que procura apenas o bem do Bahia, através de textos, que outros fãs do Esquadrão podem gostar ou não.
Na última semana, por meio do microblog twitter, falei com o Presidente do Esporte Clube Bahia, Marcelo Guimarães Filho. Como qualquer pessoa pública, que precisa da auto-promoção, ele estava “retuitando” mensagens de torcedores que escreviam frases de apoio ao trabalho feito no clube e até a uma suposta candidatura à Prefeitura de Salvador. Eu disse que ele deveria estar satisfeito com 10 pontos ganhos em 10 rodadas, que ele estava bem na fita até pra ser prefeito. Mas que eu gostaria mesmo é de resultados dentro de campo.
Qual foi o resultado disso? Um “block”. Isso mesmo! Ele me bloqueou, impediu que um torcedor tricolor leia suas opiniões e as possíveis novidades que ele possa trazer ao clube/time. Se ele não sabe, sou um torcedor que faz parte do Programa TOB, que já depositou no bolso dele R$465, independente de ir ou não ao estádio. Por que fiz isso? Porque eu amo o Bahia. Porque sei que o Bahia é pra sempre, e esse pseudo-dirigente não será. Fora qualquer programa de relacionamento, ele tem a obrigação de respeitar qualquer torcedor. Ele faz isso, pois não temos o direito ao voto. Procure saber quem votaria nele em uma possível eleição aberta. Eu não sou maluco. Acredito que a incompetência esteja no sangue da Família Guimarães, apesar de respeitar cada integrante. Eu nunca iria bloquear alguém se não concordasse com a opinião alheia. Gestor é isso.
Agora me respondam. Por que o Bahia está nessa situação, beirando o inferno da Zona de Rebaixamento. Seria a falta de planejamento? Esse que nunca existiu. Rogério Lourenço, Wagner Benazzi, Chiquinho de Assis e René Simões são exemplos. O quinto comandante deve chegar. Aposta minha. Fora os outros inúmeros jogadores que vieram e não renderam NADA. Gestor de futebol é aquele que planeja, que antevê problemas e, consequentemente, soluções. Acima de tudo, gestor é aquele que sabe ouvir críticas, pois pode usá-las na hora do sucesso.

20/07/2011

O TIME AMARELADO




Fala, tricolores. A resenha de hoje é sobre as constantes mudanças no time do Bahia. Pra ser bem sucedido em um campeonato de ponto corrido é imprescindível manter uma sequência de jogos com o mesmo time. Se já não bastassem as inúmeras cláusulas contratuais, que tiram os jogadores do time titular, o fator cartão amarelo também vem prejudicando o nosso Bahêa.

Se eu entendo um pouco de futebol, atacante não tem o direito de ser advertido com o amarelinho, quem dirá, expulso. Jobson, por exemplo, disputou oito das dez rodadas e recebeu cinco cartões amarelos. Quer mais? Ele está pendurado. Caso sofra mais uma advertência, desfalcará o time mais uma vez. Acredito que a cabeça dele está mais na Suiça do que no Brasil. Chega logo, 4 de agosto.

O volante Fahel e o meia Lulinha seguem a lista dos pendurados. Ávine, Camacho, Carlos Alberto, Diones, Dodô, Marcos, Nikão, Souza e Titi estão com um cartãozinho na conta. Sobre a série de partidas com o mesmo time, pra domingo (24), diante do Coritiba, o tricolor não vai poder contar com o lateral Jancarlos. Contusão? Que nada! Suspensão automática. Mas essa eu vejo com bons olhos. O camarada não está bem e deve ser substituído. Ainda bem que vai sair dessa forma. Já basta o joelho no ano passado.

É isso. Eu vejo René Simões mais como psicólogo do que como técnico. Tá na hora dele colocar na cabeça da galera um pouco mais de tranqüilidade. Indicar que ser inteligente dentro do gramado poderá render bons frutos. Será que com este cargo ele conseguirá resultados satisfatórios? Pois como treinador está deixando a desejar. Não quero que a cor do cartão seja o reflexo do time em campo. Pelo menos essa é a minha opinião. E a de vocês? Bora Bahêêaa!!!

11/07/2011

QUE SAUDADE DA FONTE NOVA


Definitivamente, Pituaçu não é o caldeirão do Bahia. E digo isso sem o medo de queimar a língua até o fim do ano. Antes de comentar sobre mais um empate dentro de casa, vale lembrar que ano passado, quando conseguimos o acesso à primeira divisão, boa parte dos pontos conquistados foi fora de Salvador. Já sob os nossos domínios, empates e até goleada sofrida diante do Icasa fizeram parte do retrospecto.

Mas você pode comentar. “Resultados negativos, seja dentro ou fora de casa, fazem parte do cenário”. Contudo, quem pôde acompanhar campeonatos na Fonte Nova, sabia que o adversário que entrasse em território baiano, iria cair no pau. Bahia na fonte é saber que sairíamos felizes e com mais três pontos na bagagem. Quanta saudade. Já passou da hora de aproveitarmos o fator campo. 

Sobre ontem, René Simões foi incoerente mais uma vez. Espero que não se repita. Colocou Lulinha como atacante, sendo que Gabriel havia mostrado contra o Corinthians que poderia ter sido o titular. Marcos na lateral esquerda? Meu Deus! Ele não presta na direita, quem dirá no lado oposto. Diones, mais uma vez, tem que mostrar a sua função dentro de campo. Teve chances de chutar em gol, porém, o medo de errar sobressaiu.  A última consideração é em relação a Júnior. Se ele acertar 30% dos passes durante uma partida de futebol e ser mais caridoso com os companheiros, o Bahia tem mais chance de sair vitorioso. Vá ser delegado assim, lá no Esporte Clube VICETÓRIA.