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20/05/2014

Marquinhos Santos, o (in)coerente


Marquinhos Santos perdeu apenas 3 jogos à frente do Bahia. Conquistou o baiano sem ser derrotado pelo rival, e já levou o clube à terceira fase da Copa do Brasil. Todos podem afirmar: “Que grande trabalho ele está fazendo”! Eu respondo: em partes. Não nego que ele já deu um esquema tático ao time, mas os erros nas substituições, fruto da incoerência ao relacionar os atletas, já chegou a um nível amador.

O treinador já revelou em diversas coletivas que a base do trabalho dele é a coerência. Será? Quando chegou a Salvador, afirmou que utilizaria a base do clube para evitar a contratação de muitos jogadores, além de valorizar a prata da casa. Não vejo muito isso!  Com exceção de Talisca, que vinha jogando desde o ano passado, e Pará, um achado, o técnico do Bahia só aposta na base se não tiver jeito. É o caso do lateral direito Railan, que só vem ganhando oportunidades por conta das lesões de Galhardo, Diego Macêdo e Roniery. Ou seja, ele é a quarta opção! Cadê a coerência nas contratações?

Amanhã (21), contra o Flamengo, o atacante Rafinha não poderá enfrentar o ex-clube por questões contratuais. Rhayner está machucado! O que ele poderia fazer? Dar uma oportunidade ao atacante Erick, que se destacou no campeonato paulista, e que teve o seu retorno pedido pela direção. O que adianta trazer um jogador para ficar apenas treinando? Ele chegou primeiro que William Barbio, que chegou em uma segunda feira, e na quarta estava em campo diante do América-MG.

Não que a divisão de base seja a solução para os problemas do Bahia, longe disso. Mas o clube a cada ano perde a oportunidade de revelar jogadores pelo simples fato de não gerar chances a esses garotos. Anderson Melo (melhor que Fahel, Rafael Miranda e Helder juntos), Italo Melo, Zé Roberto, Jeam e Nadson são apenas alguns nomes. E pra manter a (in)coerência de Marquinhos Santos, ele vai levar dois zagueiros para o banco de reservas contra o time carioca. Erick? Jeam? Nem foram relacionados.

25/07/2011

Calem a nossa boca?



Fala, galera tricolor. Rapaz, nossa situação tá complicada. 11 jogos e 11 pontos conquistados. Cinco jogos em Pituaçu e nenhuma vitória. Onde estaria o problema? Seriam problemas? Ou apenas falta de sorte? Gostaria de relatar algo que aconteceu comigo, esse humilde torcedor tricolor, que procura apenas o bem do Bahia, através de textos, que outros fãs do Esquadrão podem gostar ou não.
Na última semana, por meio do microblog twitter, falei com o Presidente do Esporte Clube Bahia, Marcelo Guimarães Filho. Como qualquer pessoa pública, que precisa da auto-promoção, ele estava “retuitando” mensagens de torcedores que escreviam frases de apoio ao trabalho feito no clube e até a uma suposta candidatura à Prefeitura de Salvador. Eu disse que ele deveria estar satisfeito com 10 pontos ganhos em 10 rodadas, que ele estava bem na fita até pra ser prefeito. Mas que eu gostaria mesmo é de resultados dentro de campo.
Qual foi o resultado disso? Um “block”. Isso mesmo! Ele me bloqueou, impediu que um torcedor tricolor leia suas opiniões e as possíveis novidades que ele possa trazer ao clube/time. Se ele não sabe, sou um torcedor que faz parte do Programa TOB, que já depositou no bolso dele R$465, independente de ir ou não ao estádio. Por que fiz isso? Porque eu amo o Bahia. Porque sei que o Bahia é pra sempre, e esse pseudo-dirigente não será. Fora qualquer programa de relacionamento, ele tem a obrigação de respeitar qualquer torcedor. Ele faz isso, pois não temos o direito ao voto. Procure saber quem votaria nele em uma possível eleição aberta. Eu não sou maluco. Acredito que a incompetência esteja no sangue da Família Guimarães, apesar de respeitar cada integrante. Eu nunca iria bloquear alguém se não concordasse com a opinião alheia. Gestor é isso.
Agora me respondam. Por que o Bahia está nessa situação, beirando o inferno da Zona de Rebaixamento. Seria a falta de planejamento? Esse que nunca existiu. Rogério Lourenço, Wagner Benazzi, Chiquinho de Assis e René Simões são exemplos. O quinto comandante deve chegar. Aposta minha. Fora os outros inúmeros jogadores que vieram e não renderam NADA. Gestor de futebol é aquele que planeja, que antevê problemas e, consequentemente, soluções. Acima de tudo, gestor é aquele que sabe ouvir críticas, pois pode usá-las na hora do sucesso.

20/07/2011

O TIME AMARELADO




Fala, tricolores. A resenha de hoje é sobre as constantes mudanças no time do Bahia. Pra ser bem sucedido em um campeonato de ponto corrido é imprescindível manter uma sequência de jogos com o mesmo time. Se já não bastassem as inúmeras cláusulas contratuais, que tiram os jogadores do time titular, o fator cartão amarelo também vem prejudicando o nosso Bahêa.

Se eu entendo um pouco de futebol, atacante não tem o direito de ser advertido com o amarelinho, quem dirá, expulso. Jobson, por exemplo, disputou oito das dez rodadas e recebeu cinco cartões amarelos. Quer mais? Ele está pendurado. Caso sofra mais uma advertência, desfalcará o time mais uma vez. Acredito que a cabeça dele está mais na Suiça do que no Brasil. Chega logo, 4 de agosto.

O volante Fahel e o meia Lulinha seguem a lista dos pendurados. Ávine, Camacho, Carlos Alberto, Diones, Dodô, Marcos, Nikão, Souza e Titi estão com um cartãozinho na conta. Sobre a série de partidas com o mesmo time, pra domingo (24), diante do Coritiba, o tricolor não vai poder contar com o lateral Jancarlos. Contusão? Que nada! Suspensão automática. Mas essa eu vejo com bons olhos. O camarada não está bem e deve ser substituído. Ainda bem que vai sair dessa forma. Já basta o joelho no ano passado.

É isso. Eu vejo René Simões mais como psicólogo do que como técnico. Tá na hora dele colocar na cabeça da galera um pouco mais de tranqüilidade. Indicar que ser inteligente dentro do gramado poderá render bons frutos. Será que com este cargo ele conseguirá resultados satisfatórios? Pois como treinador está deixando a desejar. Não quero que a cor do cartão seja o reflexo do time em campo. Pelo menos essa é a minha opinião. E a de vocês? Bora Bahêêaa!!!